Gianni Infantino, na sua convivência com os multimilionários do médio oriente, e com a expressão máxima do poder e do dinheiro, deslumbrou-se. E, deslumbrado, admitiu vender o futebol. O mundial das Américas funcionou com antecâmara do negócio.
Infantino recuou. O edifício do futebol resistiu, e a casa de Infantino caiu. Mas a casa da FIFA não. Tem vícios que vão para além de quem a lidera em cada momento. E o "bichinho" vai sempre morar lá. Quando a ambição, e as companhias, não forem deslumbradas, voltará à carga. E provavelmente quando forem ... também!
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