Termina hoje, em Granada, a edição deste ano da Vuelta, marcada pela queda de Pogaçar, que tudo dominava e controlava.
Enric Mas, a eterna promessa adiado do ciclismo espanhol é o vencedor, quando nada contava isso, e quando uma vitória numa grande volta não passava de uma quimera. No pódio estarão Roglic, provavelmente no segundo, e Felix Gal, separados por 29 segundos. Com o austríaco sempre melhor que o esloveno, à excepção do contra-relógio, especialidade onde ganhou a vantagem que lhe garante ainda o segundo lugar.
No resto a Vuelta, sem Pogaçar, foi como se esperava: mais aberta, mas sem espectacularidade.
Woot van Aert ganhou por pontos (camisola verde), e ameaçou ganhar a montanha, ganga pelo colombiano Santiago Biutrago. A camisola juventude ficou com Oscar Onley. Mas foi Mattew Breennan, em estreia numa grande competição, vencedor de 5 etapas, e papa-etapas da Vuelta, na ausência de Pogaçar.
Por equipa ganhou a Decathlon.
Ivo Oliveira e João Almeida tiveram uma passagem discreta, pelos lugares 90 da tabela classificativa. Bons contra-relógios, bom trabalho de equipa no caso do primeiro, e pouco mais, mantendo-se as interrogações sobre o futuro de João Almeida.
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