No dia em que na Assembleia da República se discute, mas não vota - o que é bom para o (bom) funcionamento da dita geringonça -, o Programa de Estabilibilidade (não sei se ainda se pode chamar de crescimento, se nunca dá para crescer) para Bruxelas ver - e que bem se poderia chamar, com sotaque, para ter mais estilo, "vá... me engana, que eu gosto" -, volta a falar-se da legalização da prostituição.
Não, não é o Bloco. Desta vez é a JS, que há muito se não via por estas paragens. Quem faz trabalho sexual tem de ter direito a protecção social e a reforma, defende - e bem - o deputado João Torres, Secretário Geral da Juventude Socialista. Acredito até que, legalizada, passe a ser uma actividade pouco dada à evasão fiscal, dispensando assim os governos de medidas como as que implementou sobre os cabeleireiros e as oficinas de automóveis. A curiosidade fica para a resposta à sacramental pergunta: "com, ou sem número de contribuinte?"
Então agora tenho de dar o nº de contribuinte quando for ao Cais do Sodré dar uma KéKa?
ResponderEliminarAcho que, hoje em dia, a prostituição é uma atividade que, se não está em vias de extinção, deve andar perto. E porquê,perguntam vocês. Bom, então não está à vista de toda a gente? Qualquer gaja que tenha um par de pernas (e outras coisas, claro!) está aí disponível para quem quiser. Basta ver a forma como se apresentam na rua. Dantes, toda a gente reconhecia uma prostituta pela forma como se vestia. Hoje, parece que são todas! (Não, não tenho 70 anos e não sou feia! Tenho é dignidade!)
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