2016 está absolutamente insaciável, e disposto a continuar levar-nos os nomes maiores da música dos nossos tempos.
Acaba de nos levar mais um dos maiores de todos. Leonard Cohen não era só um grande cantor, de estilo único. Nem apenas um grande compositor. Nem tão só o melhor escritor de canções. Era tudo junto, mas era ainda um grande escritor e um enorme poeta!
Judeu, como o próprio nome deixa perceber, tornou-se budista. A dimensão espiritual que introduziu na sua vida e a intensidade amorosa com que a viveu, constituem a marca da sua arte. Foi homem de muitas mulheres e de muitos amores, que lhe marcaram também as canções: "Chelsea Hotel No. 2" foi escrita para uma delas - a mítica Janis Joplin; "So Long, Marianne", para outra - a norueguesa Marianne Ihlen, recentemente falecida (em Julho), a quem declarou "amor sem fim".
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