
O acto terrorista - bem sei que os puristas do Direito não gostam desta adjectivação - de Alcochete obrigou as principais figuras do Estado a deixar de fingir que não percepcionavam a violência instalada no futebol. Presidente da República, sentindo-se vexado, Presidente da Assembleia da República, com tão necessária veemência quanto tão desnecessária polémica e Primeiro-Ministro, anunciando mais um órgão na convicção que, assim, "protege o futebol de quem o quer o destruir", cumpriram os mínimos. Veremos se no domingo à tarde voltam a fingir tão completamente...
Agora falta o resto. Porque, do lado do futebol, se a nada for obrigado, nada fará. Percebe-se isso nas diferentes reacções dos principais clubes, e percebe-se isso no silêncio ensurdecedor do Presidente da Federação Portuguesa de Futebol!
Eu também devo confessar que prefiro não comentar.....
ResponderEliminarManuela
Para notarmos o seu silêncio precisaríamos de ter certeza que lá está alguém, no universo FPF... na incerteza, é apenas omissão, planeta vacante como Plutão. Não?
EliminarAi está, está... Estão é quietinhos, para que ninguém dê por ninguém.
EliminarE prefere muito bem. Mas provavelmente não tem responsabilidades nenhumas na coisa... Não é a mesma coisa
EliminarE eu com esperança de que não fosse cobardia política e institucional :(
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