sexta-feira, 10 de agosto de 2018

O credo em vez da "abada"

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Testemunhei pela primeira vez o pontapé de saída do campeonato, o primeiro golo e o primeiro hat-trik. É verdade, nunca me tinha acontecido. Não me lembro de alguma vez ter assistido ao primeiro jogo do campeonato, calhou desta vez.


Com honras de abrir a competição, o Benfica fez questão de entrar bem. E entrou!


Tão bem que aos 10 minutos já ganhava. À primeira oportunidade fez o primeiro golo. O tal primeiro golo do campeonato, a que eu nunca tinha assistido ao vivo. Melhor não poderia começar. Ainda mais por ter nascido num miúdo que já nasceu dez vezes, no Gedson, a nova coqueluche benfiquista. E por ter tido Pizzi por autor, um mal amado.


Não tardou muito, o segundo. Mas entre um e outro, o Vitória Sport Clube, como os de Guimarães gostam que lhe chamem (mesmo que aquelas dezenas de adeptos que se deslocaram à Luz se tenham portado deveras mal, e não mereçam qualquer aceno de simpatia) poderia ter marcado, num acidente de Fejsa, que perdeu uma bola que acabou no poste direito do Odysseas Vlachodimos (temos que arranjar um nome mais popular ao rapaz; desde que não seja Roberto qualquer coisa serve), na recarga a uma boa defesa do alemão que se viu grego, logo a seguir a Facundo Ferreyra ter falhado o penalti que deveria ter feito chegar o segundo bem mais cedo.


Para falhar penaltis já cá tínhamos muita gente, pensou-se na Luz, com mais de 55 mil nas bancadas. Porque foi mesmo falhado, não foi nenhuma grande defesa do brasileiro Douglas. Grandes foram depois as duas defesas às duas recargas.


À meia hora de jogo lá chegou então o segundo, numa boa jogada pela direita, com um passe de classe (de vez em quando o André Almeida também sabe fazer isso) para o bis de Pizzi fazer esquecer o Ferreyra. E oito minutos depois, agora numa jogada pela esquerda, Grimaldo centrou rasteiro, o ponta de lança argentino fez o melhor que conseguiu em todo o jogo, mesmo que isso tenha sido apenas abrir as pernas e deixar passar bola, e lá voltou Pizzi a metê-a na baliza. Fazendo esquecer Jonas. Ou não!


Sem Jonas, nem qualquer explicação para o que se está a passar (se o jogador tem contrato, não se percebe por que não joga, nem por que não renovou, quando é ele o mais interessado na renovação, nem por que não sai, nem coisa nenhuma), sem Ferreyra, a quem a bola nunca chega (mas também ele nunca chega onde ela está), valha-nos o Pizzi a marcar golos. Marcou mais hoje, no jogo de abertura, que em todo o campeonato anterior!


Os jogadores do Vitória estavam então perdidos. Não faziam a mínima ideia do que lhes estava a acontecer, e estavam á mercê do golpe de mericórdia que o Benfica não soube dar. Percebia-se que ansiavam pelo intervalo como um condenado por um último desejo.


A bola voltou ainda a entrar na baliza vimaranense, numa recarga em fora de jogo a mais um golo negado pelo guarda-redes Douglas. A Luz festejou o quarto, mas não contou. E o intervalo salvador lá chegou, quando o Benfica poderia estar a repetir a goleada de há duas épocas, na jornada da festa do tetra, mesmo que longe, bem longe mesmo, da qualidade de então. 


O Vitória, já sem Ola John - continua sem nos desiludir - não entrou bem para a segunda parte, e o Benfica continuou a dominar o jogo sem quaisquer dificuldades. Mas naquela maneira muito à Rui Vitória de adormecer o jogo. Aquele jogo muito pausado, de passe para o lado e para trás e, de vem em quando, um safanãozinho.


E aconteceu aquilo que muitas vezes me acontece a adormecer o meu neto: adormeço eu primeiro. O adversário estava quase a adormecer, e os adeptos também. Mas quem acabou por adormecer primeiro foi mesmo o Benfica. A saída do Fejsa acabou com o resto.


E em cinco minutos, à entrada do último quarto de hora, com tudo a dormir e sem Fejsa, os vimaranenses fizeram dois golos, deixando a Luz em pânico, já bem acordada ao som de todas as sirenes.


Faltavam 10 minutos - foram 13 - e temeu-se o pior. Valha que durante todo esse tempo o adversário não incomodou muito, não criando sequer qualquer calafrio. Mas que a Luz suspirou de alívio quando o árbitro (não falei dele, pois não?) apitou pela última vez, lá isso suspirou.


E pronto. Foi assim que o Benfica começou o campeonato que se deseja do 37, com um ano de atraso. Assim, com um jogo que em vez de ter acabado com uma abada das antigas, acabou com a Luz de credo na boca. E com muitos fantasmas!

23 comentários:

  1. Algo continua mal " no reino da Dinamarca"......resta saber qual é o problema?
    Manuela

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  2. E melhor nao aparceres em Guimarães, Eduardo.

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    1. Não me chamo Eduardo mas subscreveria o texto se estivesse aberto à poli-autoria. Assim, apenas posso concordar com tudo o que está escrito.

      Também devo considerar o conselho ou aviso ou ameaça extensível à minha pessoa?

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  3. 'Gostam que lhes chamem'?? É o nome do clube, pá! Que comédia.

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    1. O VFC tambem e nome do clube de setubal (vitoria dd setubal)mas nao tem as vossas paneleirices...

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    2. Paneleirice chamar os clubes pelos nomes? És como um calhau.

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    3. Vtiória Sport Clube - Guimarães
      Vitória Futebol Clube - Setúbal

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    4. Porque é que a escumalha homofóbica assina sempre em "Anónimo"? Cobardes!

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  4. Quero acreditar que o embalo da segunda parte se deve a poupança: Agosto não vai ser fácil, há que aproveitar o ponto-morto e reduzir o desgaste no acelerador. Eu sei, quando se habituam a determinadas rotações o jogo rola mais fluído - mas acelerar em subidas é capaz de não ser o melhor... afinal, Agosto é prova de montanha...

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    1. Os 2 golos do V.Guimarães nascem de saídas de posição do Alfa Semedo, sem qualquer eficácia, pois nem recuperou a bola, nem estorvou sequer o passe, e em ambas as situações não há a devida cobertura dos colegas (num caso seria Pizzi, e noutro o Gedson) pois já estavam a dormir quando o Alfa chegou à cama...

      Depois disto, vimos o jogo do FC Porto, e na comparação entre os 2 ÚNICOS grandes clubes em Portugal (33 campeonatos nos últimos 36 anos!), e os reais candidatos ao título, o que fica é a grande diferença na compostura, ambição, e determinação dos jogadores e treinador. Num caso aproveitaram a embalagem do 3-0 para chegar à mão cheia de golos, e no outro caso aproveitaram a sombra do 3-0 para dormirem a sesta e acordarem sobressaltados.

      O V.Guimarães fez a omelete que podia com os ovos que tinha, e o Benfica achou que 70 minutos de futebol era suficiente para comer, lamber os dedos, e fazer a digestão... não, meus caros. É para passar pos 90 minutos todos, e ainda os descontos, de faca e garfo na mão, e só podem lamber os dedos após o apito final.

      Imaginem que o V.Guimães tinha chegado ao MERECIDO empate?!? Os tais 20 minutos de descanso do Benfica não iam servir de nada frente ao Fenerbahçe, pois a moral e a confiança estariam a zero, e o nervosismo causaria a 2º indigestão consecutiva!

      Por falar nisto, já me está a dar a fome, e posso ir já comer um petisco bem jeitoso, porque tenho dinheiro para isso. Outros, preferem gastá-lo a pagar bilhetes, quotas, etc, para esbanjar em salários de 2 e 3 milhões de € por ano, a gente que mesmo assim fica indecisa sobre se isso é suficiente para não terem de ir trabalhar sob o sol abrasador das arábias, e levar ainda a família para uma bela ditadura monárquica, assassina, e financiadora de terrorismo... por isso de cada vez que o "pistolas" falhar golos feitos e penalties, eu já sei para que "coldre" o vou mandar!

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    2. O comentário ia bem mandado até ao almoço - gosto de comentários bem suportados e bem humorados.

      Mas depois do almoço... Numa primeira leitura parece que no Porto os jogadores se sentem em casa e recusam sair. Marca-nos o coração de benfiquistas ouvir que jogadores nossos duvidam em sair por quantias elevadas enquanto noutros clubes se sentem tão bem que nem pensam em voltar, voltar costas, claro. Marcanos mesmo o coração, mas custa zero para a saúde. Que no fim é o que interessa.
      Já o que interessa a um profissional é o dinheiro e a carreira, seja dentista sapateiro ou jogador. Aprecio os jogadores que querem ficar; mas certamente não os excomungo das minhas orações por ponderarem ofertas mais vantajosas - primeiro, porque qualquer trabalhador tem o dever de procurar o melhor para si e à medida do seu profissionalismo, e depois porque não rezo.
      Já agora, o Jonas sentiu-se ligeiramente desconsiderado com a história do Facundo, ou melhor, com a reedição desta história feita por fadas e outras criaturas míticas, não foi tanto a atracção por outra oferta. "Foi quase", mas na realidade esteve longe.

      Aprecio a sua indignação com o sistema governativo para onde quiseram empurrar Jonas. Pergunto-me se terá sentido o mesmo quando espetaram o Quaresma na Turquia de Erdogan, ou se ali o resto não interessa porque é uma república.

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    3. Agosto é de montanha, é verdade Sarin. Decisiva, se não se passar bem... adeus... Não é fácil acelerar em montanha, mas tirar o pé do acelerador é bem capaz de acabar em trambolhão pela montanha abaixo.

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    4. Essa do "MERECIDO empate" diz tudo... Por isso, só me resta acrescentar que fica sempre mais fácil passar de 3 para 5 a jogar com mais jogadores que o adversário. Quando deveria ter acontecido excatamente o contrário...

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    5. Também é um facto... esperemos que a energia aplicada seja adequada ao esforço necessário para avançar sem derrapagens nem trambolhões.

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    6. Há gente que gosta de discutir, fazendo de conta que os factos não existem, e inventando significados nas palavras dos outros. Aqui vai uma explicação:

      1- Sou adepto (nunca sócio) do Benfica, e simpatizante da Académica. O que me soube melhor em 2016 não foi só o títutlo de Campeão da Europa, mas a cereja no topo do bolo que foi fazê-lo sem o C.Ronaldo em campo. Não posso com a lata desse criminoso que foge aos impostos... sim, porque um contribuinte que fica com 5000 € por pagar, é um "esquecimento" (como o do Passos Coelho), mas 15 milhões de € já é um senhor crime! Por bem menos, o Sócrates passou N meses na cadeia... injusto, porque ninguém deve ser preso "por prevenção de fuga" após ser o próprio a entrar na esquadra pelo próprio pé, e num Estado de Direito, ninguém vai preso sem julgamento e muito menos sem acusação.

      2- Não disse que os jogadores do FC Porto não querem sair quando têm melhores ofertas.

      3- Uma equipa aproveitou o 3-0 para chegar ao 5-0. A outra desperdiçou o 3-0 para sofrer o 3-2.

      4- Não falei de arbitragem. NÃO FALO DE ARBITRAGEM.

      5- Indigno-me com qualquer sistema político como o da Arábia Saudita, de forma incondicional, sem precisar de comparações. Não sou como os do "Avante" que só se indignam com os "imperialistas dos EUA" ou os "fascistas do Brasil", nem sou como os do "Observador" que só se indignam com os "comunistas de Cuba" ou os "bolivarianos da Venezuela. Não interessa a cor, a religião, etc. Interessa-me só saber se não é Democracia, nem República, nem Secular, nem tem soberania monetária, etc, e então indigno-me. Ponto. Por exemplo, critico o regime de Portugal, por ainda não se ter livrado o suficiente do fascismo (ex: transformou a "câmara corporativa" na farsa da "consertação social", continua com a maior desigualdade da Europa ocidental, estava a ser governado por quem queria destruir o SNS, tem um sistema de justiça tão lento e mau que é o próprio que nos impede de sermos de facto um Estado de Direito, etc).

      6- Quando o Quaresma foi para a Turquia, foi para uma democracia secular. Mas não é isso que está em causa no meu ponto (quem é que falou no Quaresma e na Turquia?!?). Entretanto houve um golpe de Estado, ao que tudo indica numa operação de "falsa bandeira", ou seja, um golpe feito pelo próprio regime de Erdogan contra si mesmo, para justificar o que se seguiu.

      7- O meu ponto é a estupidez humana, exemplificada por Jonas, que prefere sair de uma democracia secular liberal e pacífica, para ir para uma m*rda, só porque lhe pagam mais e porque paga menos impostos. Não se trata de um "desgraçado" que vai passar a ganhar milhões, trata-se de um sortudo que já ganha milhões.

      8- O Jonas assinou um contrato, e o Ferreyra assinou outro. Nenhum foi obrigado a fazê-lo. Assinou, tem de cumprir. O Ferreyra tinha mercado, e o Benfica teve de ganhar o seu concurso. O Jonas estava quase perdido para os grandes campeonatos e o que tem agora, deve-o ao Benfica.

      9- Mas pode pedir para renegociar, tal como pode pedir para cessar. Mas eu também o posso criticar, acima de tudo pelas condições em que essa "birra" acontece. É só isto.

      10- Critico e vou continuar a criticar quem desperdiça o seu dinheiro em futebol.

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    7. Concordo absolutamente quando diz que "Há gente que gosta de discutir, fazendo de conta que os factos não existem, e inventando significados nas palavras dos outros."
      Acrescentaria até que há gente que confunde factos com opinião e discute por causa disso, fazendo de conta que os outros disseram algo que efectivamente não disseram adulterando assim a mensagem inicial.

      Aqui vai uma confrontação:
      1. ao contrário do que diz, muita gente vai presa sem julgamento - chama-se prisão preventiva. Isto é facto e não opinião. Opinião será a justiça de tal prisão preventiva, e acho engraçado falar de Sócrates quando me dá uma explicação (não solicitada) a um seu comentário de resposta a um meu sobre o jogo SLBxVSC.

      2. Não o disse, mas se com o seu discurso pretendia abranger todos os jogadores que pensam trocar os seus actuais clubes por outro dado irem ganhar mais uns milhões, esqueceu-se de o referir pois apenas exemplificou com o caso de Jonas.

      3. As equipas jogam de formas distintas em alturas distintas, e umas vezes aproveitam os 3-0 para fazer 6-0 outras para empatar e noutras acabam mesmo por perder. Analisar os porquês deste 3-2 foi o que fizemos, e quanto a isso estaremos todos de acordo.

      4. Não falou de arbitragem. Nem eu, veja lá, e nem percebo a que propósito surgiu tal afirmação tão peremptória. Mais, não falo de arbitragem mas não uso maiúsculas para o afirmar. Carlos Marques afirma não falar de arbitragem, usa maiúsculas para o afirmar - e, ainda assim, arma-se em árbitro das atitudes dos outros... mas já lá vamos.

      5. Indigna-se com qualquer sistema político como o da Arábia Saudita. Faz muito bem, a indignação com causa identificada, concorde-se ou não, é sinal de existência de valores. Mas interessa-lhe só que não seja Democracia, República e Secular. Aqui, discordo: interessa-me que o meu país seja Democracia e República secular, os países dos outros que sejam o que eles quiserem desde que o alcancem sem atropelos aos direitos humanos. E, ainda assim, reconheço o direito que os povos têm a culturas distintas que colidem com os direitos humanos. AQUI começa a questão da arbitragem - sou pelo livre arbítrio; Carlos Marques também desde que o dos outros seja igual ao seu ou então indigna-se. E arbitra. E alvitra.

      (continua)

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    8. (continuação)

      6. A Turquia ainda é uma democracia secular, ou pelo menos é-o tanto quanto era em 2010, quando Quaresma emigrou, ou em 2003, quando Erdogan foi eleito primeiro-ministro depois de em 2001 ter sido preso por defender a e ter incitado à islamização. Desde que foi eleito, tem defendido medidas tendencialmente autocráticas, e apenas os desatentos não o perceberam até que as notícias mostraram o golpe de 2016 e o que se lhe seguiu. Aliás, o AKP que fundou, liderou e pelo qual foi eleito em 2003 define-se como partido islamista e conservador, e isto bastaria para fazer soar as sinetas da desconfiança aos que se dizem interessados nestas coisas. Se estivessem atentos, claro.
      (Como eu também não falei da Arábia Saudita no meu comentário e o Carlos Marques me deixou uma prelecção sobre o assunto, supus que não se incomodaria por eu também estender o mapa; afinal, e de novo a arbitragem, noto que só é válido e compreensível quando é o Carlos Marques a chamar o tema à liça...)

      7. O seu ponto pode ser a estupidez humana, já eu entendo-o como um ponto de arrogância: arroga-se o direito de classificar estúpido um profissional que pondera mudar de clube para um que lhe pague melhor, arroga-se o direito de achar que aquilo que entende como melhor sistema governativo para si é obrigatoriamente o melhor sistema governativo para a humanidade, arroga-se o direito de estabelecer um limite salarial que justifique ou torne irrelevante a emigração ou a saída de um emprego para outro. Com tanta arrogância, bem se poderia arrogar o dever de ser mais humanista e menos autoritário na avaliação dos seus concidadãos, Carlos Marques!

      8. O que o Jonas tem agora deve-o ao SLB mas também o deve a si mesmo, que para isso se esforçou e dedicou. Não percebo esta sua arbitragem das capacidades dos outros: acha mesmo que numa relação mutualista entre um jogador e um clube só o Clube deu algo ao jogador? Deixe, é retórica... Sobre os contratos: a resolução de um contrato com o devido cumprimento de prazos e obrigações indemnizatórias continua a ser cumprimento do assinado, portanto o "Assinou, tem de cumprir" é mais uma questão de interpretação errada da situação.

      9. Pode criticar tudo e todos. Pode até ser criticado e, pela minha parte, critico-lhe a arrogância e o destempero. Ao Carlos Marques, não ao Jonas.

      10. Critica e vai continuar a criticar quem desperdiça o seu dinheiro em futebol. É um direito. Mas em vez de se dirigir a quem falava apenas e só de futebol, talvez deva tentar dirigir-se a quem gasta o seu-do-Carlos-Marques dinheiro em futebol, como a banca e o fisco. Ou a perorar sobre "Liberté, Egalité, Fraternité" noutros postais que não um sobre um jogo de futebol em que Carlos Marques resolveu intervir opinando sobre o direito que um jogador tem de escolher outra entidade empregadora e as capacidades reveladas pelo jogador nessa escolha. E querendo dar lições de como cada um deve gastar o seu dinheiro. "Liberté" é só para alguns, afinal? Coerência é boa e recomenda-se!

      Boa semana.

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    9. "quando Erdogan foi eleito primeiro-ministro depois de em 2001 ter sido preso por defender a e ter incitado à islamização"
      E nunca de lá devia ter saído. Por isso é que o discurso de ódio, como o que Erdogan fez, tem que ser criminalizado.

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    10. Não acho que seja solução, criminalizar opiniões extremadas pela presunção de futuras consequências: tais causas não precisam de mártires. Porquê silenciar? Há é que desmontar tais discursos extremistas, denunciar as falácias em que assentam e encontrar respostas para as dúvidas e para os medos dos que os ouvem.

      Proibir não explica, apenas adia.

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  5. Espero que não haja problemas de balneário com o super salário do ferreyra a falta de golos pênaltis falhados e o provável banco de suplentes. .
    Já revi os golos n vezes....e quase garantia que no 3° o ferreyra esperava a "devolução " da bola pelo pizzi......e ficaria isolado. ..
    Ao festejar o pizzi passa por ele e nem aponta com o dedo para lhe agradecer. .....gesto que se tornou hábito no SLB.
    LFV. ..fui/sou critico muitas vezes. Desejo sinceramente recuperação rápida. Por questão humana e por não haver quem substitua......

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  6. esperamos que rui vitoria fale menos a mesma coisa antes e no final do jogo
    e nao invente nuca mais

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  7. vai ao dia de clássico. Alterei as coisas. Manda-me um email para falar-mos.

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