
Chegou ao fim, em Nova Iorque, o último dos torneios do Grand Slam do ano, que trouxe Novak Djokovic de volta à sua condição natual de um dos melhores tenistas de sempre. Onde João Sousa fez história, ao passar da primeira semana e chegar aos oitavos de final...
Nada que fosse suficiente para fazer do melhor tenista nacional a estrela poruguesa no US Open. Os olhos do mundo acabaram postos num desconhecido Carlos Ramos, o árbitro português que Serena Williams transformaria em vedeta maior do espectáculo. E a final feminina no centro do fim-de-semana, com a vencedora - a nipónica Naomi Osaka, de apenas 20 anos, que foi sempre superior à americana - a pedir desculpa por ter ganho!
Este espisódio resulta de se falar sem saber. Acredito que não se tenha apercebido que o treinador tenha dado indicações, mas depois de este admitir ter dado, o mínimo é pedir desculpa.
ResponderEliminarE este comentário resulta de comentar sem saber o que está a comentar... Se ler o que está escrito acredito que se aperceba que o seu comentário é extemporâneo.
EliminarNão percebi o comentário, Eduardo ... acho que não são modos de falar classificar outras pessoas de "extemporâneo" que o lêm e se dão ao trabalho de opinar e tornar a discussão mais abrangente.
Eliminarmas na casa de cada um, manda quem lá está.
Boa noite!
Tem, de facto, alguma dificuldade em perceber o que está escrito. Peço desculpa, mas é assim, e não tem nada a ver com quem manda em quê. Repare que eu classifiquei o comentário de extemporâneo, mas você percebeu que o classifiquei a si...
EliminarSerena Williams, pedir desculpa?
EliminarSempre depois das multas, nunca antes.