
Depois de ontem terem ouvido o actual governador do Banco de Portugal, com grande falta de memória, diga-se de passagem, os deputados da comissão de inquérito à Caixa Geral de Depósitos vão finalmente hoje ouvir Vítor Constâncio, o anterior governador, entre 2000 e 2010. Que sempre se escondeu atrás da sua condição de vice presidente do BCE para não dar explicações sobre nada, de tudo que tem para explicar.
Depois de tanta coisa se ter varrido das lembranças de Carlos Costa, é grande a expectativa sobre o estado da memória de Vítor Constâncio, a dois meses do fim do mandato que, garantiu sempre, o impedia de prestar declarações aos deputados. Terá certamente muito para contar, se a memória o não trair. Não deixaria de ser dramático se, agora que já pode falar, não se lembrasse de grande coisa.
Dessas amnésias selectivas a melhor foi, para mim, a de Zeinal Bava. “Não guardo memória”.
ResponderEliminarÉ um primor legal. Tanto pode significar que não se lembra como que perdeu a pen. De qualquer forma é triste sermos governados por gente com Alzheimer tão avançado.
Quem nunca teve amnésia que atire a primeira pedra.
ResponderEliminarE quem é que nunca teve amnésia, quem é?
Resposta: O Bruno de Carvalho, o Luís Filipe Vieira, o Pinto da Costa, o António Salvador, etc.
Apetece-me dizer que tem tanto ou mais direito à falta de memória que tão facilmente se perdoa ao mais recente governador, que tão generosamente foi reconduzido em fim de mandato por Passos/Albuquerque... Mas vai com certeza ser o bombo da festa. Ainda que Nuno Melo não esteja lá para repetir o que fez no inquérito ao BPN, em que tratou com chá e bolinhos Oliveira e Costa (cujos pecados estamos a pagar com o dinheiro dos nossos impostos, mas isso que mal tem, ao pé dos passes sociais?) ao mesmo tempo que não tirava os dentes do Constâncio. Pesos e medidas...
ResponderEliminarO Camilo, pai das Mortáguas, também não tem memória. Não se lembra de ter pedido desculpa às famílias das suas vítimas mortais. A sorte dele e das filhas é que os familiares dessas vítimas sempre foram pessoas de bom senso, que não retaliam com a vingança. Que sorte que têm as Mortáguas...
ResponderEliminarCamilo Mortágua é um herói nacional e você devia ter vergonha de o difamar. Você não passa de escumalha das caixas de comentários completamente irrelevante.
ResponderEliminarO rapazinho do Santa Maria foi morto a tiro pelo grupo dele. Acho que tinha pais vivos quando o Camilo veio para ser tratado de herói. O Senhor "anti-fascistas" é que não se lembra de nada disso. Pois é, também não tem memória… Entretanto, não se esqueça de ir à m#r#a.
ResponderEliminarEsta forma enviesada de justificar a "falta de memória" de Carlos Costa define claramente a sua posição política. Segundo essa sua visão, os corruptos de um quadrante político têm salvo conduto e deverão, talvez, ser condecorados, como tem sido prática, os pertencentes a outros quadrantes políticos devem, no mínimo, ser presos e pagarem com o seu património os resultados dos atos por eles praticados.
ResponderEliminar“Ser herói nacional ou traidor à pátria é sobretudo uma questão de datas”. Não me recordo quem o disse, lá está...
ResponderEliminarComo é possível estes senhores ocuparem um cargo tão importante para o país com tanta falta de memória! será que é normal em Portugal?.
ResponderEliminarse estou atualizado, tambem o vitor nao tem tanta memoria , memoria de coisas com tantos anos. O que ate é plausivel nalguma parte, pormenores. Mas o que se constata, melhor, o que se confirma , é tratar-se de uma doença cronica, tipica, tanto aqui como em todo o mundo.
ResponderEliminarPortanto normal, compreensivel.
Muito menos compreensivel é que a AR tenha poderes para convocar sujeitos que nao estao no ativo da coisa investigada.
Mas esse mafioso ainda ande em liberdade??????????
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