Ninguém consegue prever o tamanho da onda gigante que se está a formar, pronta a abater-se sobre a economia nacional (e europeia e mundial, evidentemente), a sua real capacidade devastadora e a dimensão da catástrofe que se avizinha.
Fala-se de outros exemplos, e de outros momentos da História de alguma forma similares, mas sabemos que não há precedentes e que estamos a mergulhar no desconhecido. Sabemos todos que nunca nada aconteceu em momento de tanta interdependência global. A economia é um jogo de expectativas, que depende muito do que acontece, mas mais ainda do que se espera que aconteça. E quando não se sabe o que vai acontecer, pode sempre esperar-se que aconteça o pior.
O que está a acontecer nas bolsas fala-nos disso, e dá-nos uma ideia da dimensão da onda. Mas, ao vermos tudo a parar, e percebendo as receitas das empresas a desaparecerem sem que desapareçam os custos, e que nesses estamos também todos nós, sentimo-la mais próxima e mais gigante ainda.
A incerteza definirá os próximos meses, mas os custos, suportados por todos, terão forçosamente de baixar - o preço acompanha o mercado, e com os governos a regularem a distribuição dos bens essenciais, quem compra o quê mais? O preço de uns é o custo de outros, e suspeito que se verificará uma reconversão de alguns sectores assim que sair à rua for uma possibilidade. Ou talvez antes.
ResponderEliminarBeijos virtuais, cuida de todos cuidando de ti e um abraço muito forte e agradecido para a tua gente na primeira linha.
Depois de isto passar vai haver uma mudança e será uma mudança para melhor como tal as pessoas não deverão ter medo. A consciencialização nas pessoas vai ser de tal ordem que este mundo nunca mais será o mesmo.
ResponderEliminarObrigado por esse abraço. Lá, na linha da frente, a coisa está preta. Muito, e ainda a procissão vai no adro.
ResponderEliminarEu sei :(
ResponderEliminarBeijos virtuais, montanhas deles para todos