A noite foi longa, mas não deu para muito. Deu no entanto o suficiente para ficarmos desde já a saber que não vão ser fáceis estes quase dois meses e meio que faltam até 20 de Janeiro, dia da tomada de posse do 46º presidente da América.
Trump não perdeu tempo e foi rápido a mostrar que já não consegue surpreender. O guião há muito que estava escrito: à primeira oportunidade declararia vitória, denunciaria fraude eleitoral e reclamaria no Supremo Tribunal, que agora controla, a interrupção da contagem dos votos por correspondência.
Seguiu-o à risca, mesmo sem a força dos votos contados. Que seguem favoráveis a Biden, com 49,9% dos votos e 238 (contra 213 de Trump) eleitores no colégio eleitoral.
Entretanto as armas esgotaram-se nos supermercados !!!
Outra vez as armas esgotadas nos supermercados? É muito mau sinal.
ResponderEliminarOra vejamos: toda a gente sabe que os apoiantes/simpatizantes/votantes de Trump são grunhos fascistas de extrema-direita, supremacistas brancos, o KKK e o Kanye West - no fundo, gente ruim e que obviamente está armada até aos dentes desde que nasceu. A conclusão lógica é que desta vez foram os pacíficos democratas quem esgotou os stocks.
Ora isso não é bom, até porque essa gente de paz montou uma espécie de cerco à Casa Branca, preparados para partir a louça no caso de Trump ganhar mesmo as eleições, democráticamente e tudo.
Um pesadelo, de facto.
Não será um pesadelo estar preocupado com "o pesadelo americano"?
ResponderEliminarEu tenho outras preocupações!
Percebe-se por trás da ironia qualquer coisa de QAnon. Não é de todo surpreendente, devo confessar.
ResponderEliminarSe o Trump ganhar, então desta vez o mérito foi da China a manipular as eleições, pois atribuir tal mérito ao Putin é chover no molhado.
ResponderEliminarSe o Biden ganhar, então foi sem mérito.
Não é preciso: automágicamente durante a madrugada alguém tirou do rabo 300,000 votos de Biden contra zero de Trump para de novo automágicamente relançar o Biden.
ResponderEliminarEm duas transacções registadas em dois estados em disputa, quando Trump tinha a vantagem.
Nada para ver.
Não gosto do Gateway Pundit, mas no meio da censura, não mato o mensageiro, até porque a ser verdade, a verificação parece ser fácil.
https://www.thegatewaypundit.com/2020/11/cheaters-president-trump-warns-4am-ballot-drops-hour-later-wisconsin-michigan-drop-300000-ballots-democrats-zero-trump/
Não podendo perder ambos, se o Trump ganhar é o triunfo dos porcos, se o Biden ganhar é o triunfo dos podres. Num país que se apresenta como um mar de oportunidades, demonstra nestas eleições que ambos os partidos estão reféns de altos interesses e o povo não passa de uma imensa carneirada que alinha na primeira palhaçada que lhe põem á frente. Ambos os partidos tinham o dever de apresentar candidatos realmente competentes e sérios mas em vez disso vemos um louco a enfrentar um senil,,,,grande américa esta.
ResponderEliminarAntónio, até agora foi Trump quem declarou vitória sem ter ganho. Eu sugeria-lhe que emigrasse para os EUA mas Trump pode sair daqui a dois meses (nem que seja arrastado). Pensando bem, sugiro na mesma para que possa sofrer as consequências dos últimos quatro anos da administração Trump.
ResponderEliminarPS: Mesmo que Trump ganhe, não será democraticamente uma vez que Biden tem, à hora deste post, 2,5 milhões de votos a mais.
Muito a escumalha de extrema-direita é obcecada por rabos! Porque será?
ResponderEliminarE o que é o QAnon? Tenho de googlar isso, mas cheira a besteira.
ResponderEliminarVocê parece pensar que eu gosto muito do Trump. Pense de novo.
Quando Trump ganhou o primeiro mandato, digo-lhe, não gostava dele, mas ainda gostava menos da oponente. É diferente com Biden, mas não muito. O homem parece água diluída. Nem a nossa comunicação social, que odeia Trump, conseguiu mostrar uma débil réstia de opinião ou posição sobre qualquer coisa. O homem pode vencer por ser invisível, mas não considero grande mérito.
Lá vem a ladainha dos votos. Os EUA têm o sistema que elegeu Kennedy e Nixon, Bush e Obama. Mas só é democrático quando convém...
ResponderEliminarEna, tantos anónimos hoje!
ResponderEliminarNormalmente quase só ando eu por aqui, o que é pena, mas hoje isto está a mexer.
Interessante é o que vos faz mexer...
Odiar Trump é uma questão de ter um cérebro funcional, coisa que você parece não possuir. Porque eu odeio corruptos, violadores, aspirantes a ditadores e toda essa escumalha. Se você não odeia essa gente, tem que fazer um exame ao cérebro.
ResponderEliminarApoiado.
ResponderEliminarÉ democrático quando quem tem mais votos é eleito. Percebeu ou precisa de um desenho? Kennedy foi eleito com mais votos em 1960, Nixon foi eleito com mais votos em 1968 e 1972 (e depois fez porcaria e devia ter sido preso mas o seu sucessor perdoo-o), Obama foi eleito com mais votos em 2008 e 2012 e Bush foi eleito com mais votos em 2004 (mas não em 2000, tendo como consequência um atentado terrorista e uma guerra contra um país do Médio Oriente sobre falsos pretextos). À semelhança de Bush, Nixon e Obama também fizeram muita coisa mal, mas apesar de tudo foram os candidatos mais votados.
ResponderEliminarE você, já emigrou para os EUA? Não faz cá falta.
Eu também me chamo António. E agora?
ResponderEliminar1) Quando um indivíduo como Trump disputa as eleições taco a taco;
ResponderEliminar2) Quando um indivíduo que preside a um país, que vota por correspondência, mas não quer que todos os votos dos seus concidãos que votam por correspondência contem. ;
3) Quando um indivíduo que preside a um país, se declara vencedor quando faltam milhões de votos por contar e ainda por cima estando com menos mandatos para o colégio eleitoral. ;
4) Quando o vencedor de uma eleição, pode ser quem tem menos votos nas urnas.
Algo vai mal num país que já foi o farol e exemplo para o mundo.
Talvez por isso é que na Europa e em grande parte de mundo há a sensação de uma de fragilidade e decadência dessa grande nação, pode não ser real, mas é sentida. O mundo precisa de uns EUA, forte democrata (qualquer que seja o partido no poder), responsável, internacionalista e solidário com os outros países. Foi isso que fez os EUA grandes, não o isolacionismo e a saída das organizações e acordos internacionais.
M. O.
Já googlei. A sério? QAnon eu? Foda-se, meu, podes ter um blogue e ser um tijolo. Verdade seja dita tens esse direito. Até o direito de me insultar. E sim, fui insultado. Tchauzinho, o, normalmente único comentador do teu blogue despede-se. Fica com os anónimos. Por agora.
ResponderEliminarSaúde para todos.
Se eu emigrar comes o quê?
ResponderEliminarAgora ficas no meu lugar, e boa sorte.
ResponderEliminarEsse foi o comentário mais acertado até agora.
ResponderEliminarHá dois tipos de trumpistas não americanos: os que, despudoradamente, apoiam tudo o que ele diga/faça, e os que lá vão dizendo que nem um nem outro prestam e tal, o outro também é bera...
ResponderEliminarNão tenho grandes esperanças com a eleição de Biden (se acontecer) mas pelo menos ficará na presidência o homem com um mínimo de decência e um discurso que vai um bocado mais além do "huge", "great", "never before" do mentecapto que lá está.
Faltou enumerar a pior característica deste candidato Trump: para ganhar popularidade aponta o dedo "aos outros", sejam eles outros países mas pior que tudo, a uma fracção da própria população!
ResponderEliminarEu pensava que um governante quando é eleito serve toda a população, mesmo a que não o elegeu. Esse sim, é um líder que inspira os outros a segui-lo. Mas este artolas não une o país em torno de um objectivo. Este artolas só quer é estar lá nem que com isso meta metade da população contra a outra metade.
Para Maquiavel (sem k) estás um bocadinho brando.
ResponderEliminarVamos lá a coisas sérias.
Tenho uma vizinha, já reformada, emigrante nos USA, que andou e anda por lá em trabalhos de limpeza. Ganhou, juntamente com o marido, ao fim de quatro dezenas de anos umas boas jigas de dólaras (é assim que ela pronuncia o nome do bago americano). Disse que ia votar TRUMP, o que não admira. Lá nos USA, o branco emigrante de cultura baixa é racista, não gosta dos pretos, nem dos mestiços, nem dos monhés, nem dos chinas, nem dos porto-rico, nem dos sul-américa. São uns perdidinhos pela mais que produzida Melánia e por esse murcão que já nema monta. E aos domingos, depois de andarem a limpar as casas dos ricos, vão draivar ao fim da tarde e dar uma voltinha em cona-maím.
Bem bom conamaím...
ResponderEliminar" Porque eu odeio corruptos, violadores, aspirantes a ditadores e toda essa escumalha. "
ResponderEliminarEntão deveria odiar o Biden. Ou então informar-se melhor.
Vamos lá a corrigir: Conner Main.
ResponderEliminarok, um é menos pior que o outro, questao de estilo...mas a casa branca é a mesma.
ResponderEliminarO tema sao eles, mas nao acontece o mesmo em portugal e no mundo : sao eleitos os inevitaveis e previstos ?!
Tanto faz votarem 10 como 100.
O sistema funciona. Sempre. ...graças a deus.
O senhor Tozé sabe o significado de whataboutism? E tem provas de que Biden seja um "aspirante a ditador"?
ResponderEliminarA tua mãe.
ResponderEliminarProvavelmente, sim. Ela não foi cremada.
ResponderEliminarÉ sempre bom ter uma vizinha que foi emigrada nos states para perceber em profundidade a realidade americana.
ResponderEliminarE tem provas de que não seja? É que do resto há provas.
ResponderEliminar"E tem provas de que não seja?" Você em tribunal ia dar-se muito bem, está visto. Agora eu acusava o Tozé de ser pedófilo e o Tozé não conseguia provar que não o é. E como fazíamos? O ónus da prova recai sobre quem faz acusação, veja se aprende isso! Escumalha!
ResponderEliminarPorco de merda. Nem pela tua mãe tens respeito...
ResponderEliminarCobardolas merdozo.
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