quarta-feira, 4 de novembro de 2020

O pesadelo americano

VÍDEOS: Veja tudo sobre as eleições americanas na GloboNews


 


A noite foi longa, mas não deu para muito.  Deu no entanto o suficiente para ficarmos desde já a saber que não vão ser fáceis estes quase dois meses e meio que faltam até 20 de Janeiro, dia da tomada de posse do 46º presidente da América.


Trump não perdeu tempo e foi rápido a mostrar que já não consegue surpreender. O guião há muito que estava escrito: à primeira oportunidade declararia vitória, denunciaria fraude eleitoral e reclamaria no Supremo Tribunal, que agora controla, a interrupção da contagem dos votos por correspondência.  


Seguiu-o à risca, mesmo sem a força dos votos contados. Que seguem favoráveis a Biden, com 49,9% dos votos e 238 (contra 213 de Trump) eleitores no colégio  eleitoral. 


Entretanto as armas esgotaram-se nos supermercados !!!


 

35 comentários:

  1. Outra vez as armas esgotadas nos supermercados? É muito mau sinal.
    Ora vejamos: toda a gente sabe que os apoiantes/simpatizantes/votantes de Trump são grunhos fascistas de extrema-direita, supremacistas brancos, o KKK e o Kanye West - no fundo, gente ruim e que obviamente está armada até aos dentes desde que nasceu. A conclusão lógica é que desta vez foram os pacíficos democratas quem esgotou os stocks.
    Ora isso não é bom, até porque essa gente de paz montou uma espécie de cerco à Casa Branca, preparados para partir a louça no caso de Trump ganhar mesmo as eleições, democráticamente e tudo.
    Um pesadelo, de facto.

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  2. Não será um pesadelo estar preocupado com "o pesadelo americano"?
    Eu tenho outras preocupações!

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  3. Percebe-se por trás da ironia qualquer coisa de QAnon. Não é de todo surpreendente, devo confessar.

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  4. Se o Trump ganhar, então desta vez o mérito foi da China a manipular as eleições, pois atribuir tal mérito ao Putin é chover no molhado.
    Se o Biden ganhar, então foi sem mérito.

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  5. Não é preciso: automágicamente durante a madrugada alguém tirou do rabo 300,000 votos de Biden contra zero de Trump para de novo automágicamente relançar o Biden.
    Em duas transacções registadas em dois estados em disputa, quando Trump tinha a vantagem.
    Nada para ver.
    Não gosto do Gateway Pundit, mas no meio da censura, não mato o mensageiro, até porque a ser verdade, a verificação parece ser fácil.
    https://www.thegatewaypundit.com/2020/11/cheaters-president-trump-warns-4am-ballot-drops-hour-later-wisconsin-michigan-drop-300000-ballots-democrats-zero-trump/

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  6. Não podendo perder ambos, se o Trump ganhar é o triunfo dos porcos, se o Biden ganhar é o triunfo dos podres. Num país que se apresenta como um mar de oportunidades, demonstra nestas eleições que ambos os partidos estão reféns de altos interesses e o povo não passa de uma imensa carneirada que alinha na primeira palhaçada que lhe põem á frente. Ambos os partidos tinham o dever de apresentar candidatos realmente competentes e sérios mas em vez disso vemos um louco a enfrentar um senil,,,,grande américa esta.

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  7. António, até agora foi Trump quem declarou vitória sem ter ganho. Eu sugeria-lhe que emigrasse para os EUA mas Trump pode sair daqui a dois meses (nem que seja arrastado). Pensando bem, sugiro na mesma para que possa sofrer as consequências dos últimos quatro anos da administração Trump.

    PS: Mesmo que Trump ganhe, não será democraticamente uma vez que Biden tem, à hora deste post, 2,5 milhões de votos a mais.

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  8. Muito a escumalha de extrema-direita é obcecada por rabos! Porque será?

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  9. E o que é o QAnon? Tenho de googlar isso, mas cheira a besteira.
    Você parece pensar que eu gosto muito do Trump. Pense de novo.
    Quando Trump ganhou o primeiro mandato, digo-lhe, não gostava dele, mas ainda gostava menos da oponente. É diferente com Biden, mas não muito. O homem parece água diluída. Nem a nossa comunicação social, que odeia Trump, conseguiu mostrar uma débil réstia de opinião ou posição sobre qualquer coisa. O homem pode vencer por ser invisível, mas não considero grande mérito.

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  10. Lá vem a ladainha dos votos. Os EUA têm o sistema que elegeu Kennedy e Nixon, Bush e Obama. Mas só é democrático quando convém...

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  11. Ena, tantos anónimos hoje!
    Normalmente quase só ando eu por aqui, o que é pena, mas hoje isto está a mexer.
    Interessante é o que vos faz mexer...

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  12. Odiar Trump é uma questão de ter um cérebro funcional, coisa que você parece não possuir. Porque eu odeio corruptos, violadores, aspirantes a ditadores e toda essa escumalha. Se você não odeia essa gente, tem que fazer um exame ao cérebro.

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  13. É democrático quando quem tem mais votos é eleito. Percebeu ou precisa de um desenho? Kennedy foi eleito com mais votos em 1960, Nixon foi eleito com mais votos em 1968 e 1972 (e depois fez porcaria e devia ter sido preso mas o seu sucessor perdoo-o), Obama foi eleito com mais votos em 2008 e 2012 e Bush foi eleito com mais votos em 2004 (mas não em 2000, tendo como consequência um atentado terrorista e uma guerra contra um país do Médio Oriente sobre falsos pretextos). À semelhança de Bush, Nixon e Obama também fizeram muita coisa mal, mas apesar de tudo foram os candidatos mais votados.
    E você, já emigrou para os EUA? Não faz cá falta.

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  14. Eu também me chamo António. E agora?

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  15. 1) Quando um indivíduo como Trump disputa as eleições taco a taco;

    2) Quando um indivíduo que preside a um país, que vota por correspondência, mas não quer que todos os votos dos seus concidãos que votam por correspondência contem. ;

    3) Quando um indivíduo que preside a um país, se declara vencedor quando faltam milhões de votos por contar e ainda por cima estando com menos mandatos para o colégio eleitoral. ;

    4) Quando o vencedor de uma eleição, pode ser quem tem menos votos nas urnas.

    Algo vai mal num país que já foi o farol e exemplo para o mundo.
    Talvez por isso é que na Europa e em grande parte de mundo há a sensação de uma de fragilidade e decadência dessa grande nação, pode não ser real, mas é sentida. O mundo precisa de uns EUA, forte democrata (qualquer que seja o partido no poder), responsável, internacionalista e solidário com os outros países. Foi isso que fez os EUA grandes, não o isolacionismo e a saída das organizações e acordos internacionais.
    M. O.

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  16. Já googlei. A sério? QAnon eu? Foda-se, meu, podes ter um blogue e ser um tijolo. Verdade seja dita tens esse direito. Até o direito de me insultar. E sim, fui insultado. Tchauzinho, o, normalmente único comentador do teu blogue despede-se. Fica com os anónimos. Por agora.
    Saúde para todos.

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  17. Se eu emigrar comes o quê?

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  18. Agora ficas no meu lugar, e boa sorte.

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  19. Esse foi o comentário mais acertado até agora.

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  20. Há dois tipos de trumpistas não americanos: os que, despudoradamente, apoiam tudo o que ele diga/faça, e os que lá vão dizendo que nem um nem outro prestam e tal, o outro também é bera...

    Não tenho grandes esperanças com a eleição de Biden (se acontecer) mas pelo menos ficará na presidência o homem com um mínimo de decência e um discurso que vai um bocado mais além do "huge", "great", "never before" do mentecapto que lá está.

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  21. Faltou enumerar a pior característica deste candidato Trump: para ganhar popularidade aponta o dedo "aos outros", sejam eles outros países mas pior que tudo, a uma fracção da própria população!
    Eu pensava que um governante quando é eleito serve toda a população, mesmo a que não o elegeu. Esse sim, é um líder que inspira os outros a segui-lo. Mas este artolas não une o país em torno de um objectivo. Este artolas só quer é estar lá nem que com isso meta metade da população contra a outra metade.

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  22. Para Maquiavel (sem k) estás um bocadinho brando.
    Vamos lá a coisas sérias.
    Tenho uma vizinha, já reformada, emigrante nos USA, que andou e anda por lá em trabalhos de limpeza. Ganhou, juntamente com o marido, ao fim de quatro dezenas de anos umas boas jigas de dólaras (é assim que ela pronuncia o nome do bago americano). Disse que ia votar TRUMP, o que não admira. Lá nos USA, o branco emigrante de cultura baixa é racista, não gosta dos pretos, nem dos mestiços, nem dos monhés, nem dos chinas, nem dos porto-rico, nem dos sul-américa. São uns perdidinhos pela mais que produzida Melánia e por esse murcão que já nema monta. E aos domingos, depois de andarem a limpar as casas dos ricos, vão draivar ao fim da tarde e dar uma voltinha em cona-maím.

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  23. António José Sousa Fonseca4 de novembro de 2020 às 12:39

    " Porque eu odeio corruptos, violadores, aspirantes a ditadores e toda essa escumalha. "
    Então deveria odiar o Biden. Ou então informar-se melhor.

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  24. Vamos lá a corrigir: Conner Main.

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  25. ok, um é menos pior que o outro, questao de estilo...mas a casa branca é a mesma.

    O tema sao eles, mas nao acontece o mesmo em portugal e no mundo : sao eleitos os inevitaveis e previstos ?!

    Tanto faz votarem 10 como 100.

    O sistema funciona. Sempre. ...graças a deus.

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  26. O senhor Tozé sabe o significado de whataboutism? E tem provas de que Biden seja um "aspirante a ditador"?

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  27. Provavelmente, sim. Ela não foi cremada.

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  28. É sempre bom ter uma vizinha que foi emigrada nos states para perceber em profundidade a realidade americana.

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  29. António José Sousa Fonseca5 de novembro de 2020 às 02:41

    E tem provas de que não seja? É que do resto há provas.

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  30. "E tem provas de que não seja?" Você em tribunal ia dar-se muito bem, está visto. Agora eu acusava o Tozé de ser pedófilo e o Tozé não conseguia provar que não o é. E como fazíamos? O ónus da prova recai sobre quem faz acusação, veja se aprende isso! Escumalha!

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  31. Porco de merda. Nem pela tua mãe tens respeito...

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  32. António José Sousa Fonseca5 de novembro de 2020 às 13:00

    Cobardolas merdozo.

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