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Acabou-se o Euro 2020 para a selecção de Portugal!
Em Sevilha, onde era para nos deslocarmos em massa, a despedida portuguesa fez-se de dois jogos O primeiro, nos primeiros 45 minutos, foi de xadrez, tão ao gosto de Fernando Santos. O jogo de xadrez foi muito pouco interessante, aquilo foi pouco mais que trocar peões por peões, sem atar nem desatar. Até que quando aquilo já estava a ser demasiado maçador, a ver-se que não se saía dali, em cima do final veio o cheque-mate da Bélgica.
Terminado o jogo de xadrez teria que se passar ao jogo da bola. Perdido o jogo de xadrez, tinha de se ganhar o jogo da bola. Não seria fácil, até porque dizem os donos do jogo que a selecção belga é a melhor, a número um.
Foi mais interessante o joga da bola que o de xadrez. Mas não foi bem jogado. A selecção nacional está muito virada para o xadrez, e tem alguma dificuldade em jogar à bola, mesmo tendo muita a gente a saber fazê-lo bem. Mas é assim, e já há muito que sabemos que é assim.
Claro que se poderá dizer que não merecíamos ter perdido o jogo de xadrez, e que merecíamos ter ganho o da bola. Naquilo que são as estatísticas demos uma cabazada à Bélgica. Em remates, em remates enquadrados, em cantos… Até em posse de bola. A Bélgica fez apenas um remate à baliza - por acaso, ou talvez não, quando a selecção portuguesa jogava xadrez -, e Portugal até teve um remate ao poste. O que, como se sabe, é muito bom para a catarse nacional - foi azar. Ou, na melhor das hipóteses, foi uma questão de eficácia.
Talvez não tenha sido assim. Talvez tenha sido o castigo merecido para quem prefere o jogo de xadrez ao da bola. Quem aposta tudo no xadrez depois não consegue jogar à bola. Os jogadores desgastam-se a jogar xadrez, e quando querem jogar à bola já não conseguem.
Não. Portugal não jogou bem. Dos 24 remates (Fernando Santos já diz que foram 29) apenas três são dignos desse nome. E jogadas bem construídas, realmente passíveis de acabar em golo … não me lembro. Mas deve ser da minha memória.
Nem vale a pena falar das opções de Fernando Santos. Nem perguntar se João Cancelo não poderia até estar já hoje em condições de jogar, sem termos de levar com o Dalot. Vale a pena é perguntar por quanto mais tempo se vai continuar a desperdiçar o talento da actual geração de jogadores portugueses.
"Isto é futebol", diz Fernando Santos. Não é, não!
Pois não, não é... E o que mais chateia é que fica no ar a sensação, de que se Portugal jogasse à bola o jogo todo, era bem capaz de deixar para trás esta Bélgica.
ResponderEliminarUm Hazard nunca vem só.
ResponderEliminarDinamarca, República Checa, Áustria, seleções com futebolistas bem menos cotados que os portugueses, jogam futebol... Dá Deus nozes a quem não tem dentes.
ResponderEliminarPerderam o meu apoio e a minha simpatia quando baixaram o joelho no chão em obediência ao ritual "Black Lives Matter", quase tão odioso como uma saudação nazi, quem não sabe, "Black Lives Matter" é uma organização radical, marxista, de estrema-esquerda, com fortes nuances racistas anti-ocidentais. É facilmente demonstrável e por isso a UEFA se distanciou destas manifestações, após serem vaiadas em tantos estádios.
ResponderEliminarNão me representam, não sei o que é aquilo, liguei a TV para ver futebol, desporto e a equipa de Portugal jogar, não para ser doutrinado.
Concordo com tudo menos com a parte do Cancelo e o Dalot. Um é um extremo convertido a lateral que joga num clube onde a posse de bola é tão importante que raramente tem a sua defesa exposta às investidas do adversário. Defensivamente é fraco para não dizer nada pior. O outro num par de anos passa o cancelo em tudo e já dá mais garantias defensivas. Numa seleção sem Bernardo Silva a ocupar espaço numa ala, não precisariamos de laterais que sobem e depois são apanhados em contra pé (ver jogo de preparação com Israel, o jogo do golo do Cancelo. E quantas vezes não deixou a defesa descompensada).
ResponderEliminarQuanto ao xadrez, continuou na segunda parte. Apostar em Félix, jogador que vem duma temporada desastrosa, antes de colocar o André Silva, é de quem aposta mais numa jogada individual culminada por um mergulho na área do que num golo de futebol corrido.
Esperemos que na próxima competição o comandante seja outro e o 11 titular corresponda ao momento de forma de cada peça do xadrez em vez de ser o habitual frete ao Jorge Mendes para potencializar transferências neste defeso
As pessoas apoiam a igualdade, a tolerância e opõem-se ao racismo. O ajoelhar não é ligado a nenhuma organização. Não é por ser anti fascista que se é obrigatoriamente comunista e vice versa.
ResponderEliminarA sua justificação quase parece a de alguém que deixa de apoiar a seleção por o Cristiano não gostar de coca cola
Mas nós nunca jogamos futebol. Nós jogamos o que a Bélgica deixou.
ResponderEliminarContinuem a ver o futebol e o zoo (big brother) e depois queixem-se (à boa maneira portuguesa) vão longe...
ResponderEliminarO futebol é só corrupção... se um qualquer cidadão português quiser fazer obras em casa tem imensas obstruções camarárias, já outro constroi marquises e nada lhe acontece e já agora publiquem este comentário se quiserem senão deixem a censura fazer o seu papel...
Com Salazar e Tarrafal, melhor Portugal...
Já o dizia antes mesmo da competição começar e infelizmente a realidade demonstrou o óbvio. Fernando Santos, terá sempre o mérito de ter levado a nossa seleção ao mais alto patamar do futebol e merece todo o respeito por isso, mas o seu tempo passou. Falta-lhe coragem de romper com os cada vez mais óbvios interesses e negócios externos á seleção mas que condicionam a equipa a começar logo na convocatória. Quando convocou e põe a jogar o William Carvalho e o João Félix, claramente que está a fazer favores a empresários e não está a pensar no melhor para a seleção. Parece que estamos a voltar aos maus velhos tempos em que a seleção era escolhida em reuniões de empresários. Temos hoje sem qualquer sombra de dúvida jogadores capazes de criar a melhor seleção de todos os tempos, assim haja um líder capaz de a gerir.
ResponderEliminarA azia da marquise,,,, sem dúvida o melhor exemplo da corrupção no futebol.
ResponderEliminarNada mais do que o culminar de uma "morte" de há muito anunciada.
ResponderEliminarQuando as opções são as que são, apesar de ser evidente que outras deram mais resultado, nada mais há a fazer quando o treinador mantém a sua e nada faz para ser diferente, em vez de luzes ao fundo do túnel vive com as convicções, a que eu chamo casmurrice.
Por outro lado temos aquele rapaz que a maior parte idolatra, mas que continua a ter atitudes que em nada se pretendem em pessoas com o "estatuto" que lhe deram, intocável, temos a da Coca-Cola que é inqualificável, ainda para mais de quem em 2006 colaborou num anúncio para a referida marca, pelos vistos não houve renovação de contrato.
Após o jogo com a Bélgica o referido "intocável" abandonou o relvado sem cumprimentar os adversários, Lukaku é que o veio cumprimentar, como não foi agradecer aos adeptos Portugueses que apoiaram a Selecção, em oposição ao que fizeram os restantes elementos da equipe e para tornar a atitude melhor ao dirigir-se ao balneário atirou, mais uma vez, a braçadeira de capitão ao chão e deu-lhe um pontapé, existe um vídeo sobre isso, tendo sido um adjunto da Selecção a apanhar a braçadeira.
Até quando é que se vai tolerar tudo isto ao "dono" da Federação, da equipe e do treinador? Possívelmente até sempre, ou não estivéssemos neste belo País à beira mar plantado.
Este comentário ao jogo de Portugal/Bélgica, leva-me para o conteúdo do livro de Isaiah berlin ( a propósito recomendo a excelente crónica de Tolentino de Mendonça no Caderno do Expresso desta Semana, sobre este assunto ) do livro " O Ouriço e a Raposa " que produziu a célebre frase: A raposa sabe muitas coisas, mas o Ouriço sobe uma coisa muito Importante". Isto é: os jogadores de Portugal sabem muitas coisas para chegar ao golo, mas a Bélgica sabe uma coisa muito importante para lá chegar: um grande remate um golo. É a vida.
ResponderEliminarTu é que devias ir para o Tarrafal
ResponderEliminarNão sabes do que falas
Aproveita e leva a tua família também para não sentirem saudades do Mono
Vergonhoso
És simplesmente um anormal! Tenho que te dizer isto no focinho!
ResponderEliminarEste é o único comentário acertado.
ResponderEliminarO gajo, de facto, tinha trazido o irmão.
Mas quem é que iria adivinhar? Só se fosse o Ferro... ou o Marcelo.
Só me ajoelho perante Deus e a Cruz de Cristo.
ResponderEliminarAndas à dezoito anos a engolir sapos. Muda. Começa a comer merda.
ResponderEliminarFernando Santos fez o que qualquer treinador de bancada com dois dedos de testa faria. Desde o início montou uma equipa suportada pelo talento de CR7. Ronaldo + 10. Muitos gostam de criticar essa opção, mas no lugar de FS certamente não fariam diferente. O que se pode criticar são as suas escolhas, só e apenas. Só e apenas porque FS é efectivamente o seleccionar da equipa nacional. FS não é. nunca foi, nunca será um treinador com competência para o cargo que ocupa. E isso não se pode criticar. É o que é. Mas qual o mérito de ter feito uma equipa Ronaldo + 10? Tendo em conta o poder do Benfiquistão nacional e afins é realmente de enaltecer a sua ousadia e "coragem"? Parece-me que sim! Mas o que deveria preocupar a generalidade dos opinadores de futebol é a razão do Ronaldo + 10. Mas isso parece que não interessa para nada. Se calhar até será 10 + Ronaldo. Desde 2004 que está à vista de quem quer ver... Claro que a culpa pode ser da simbiose FS/ Ronaldo, mas a tal geração(ões) de ouro do futebol português da era Ronaldo não têm nada a ver com isso... E o burro é FS!...
ResponderEliminarO elo mais fraco desta seleção é mesmo o engenheiro mestre no xadrez; de bola parece-me que percebe zero…
ResponderEliminarNão é "República Checa", é Chéquia.
ResponderEliminarSeleção da Áustria (com exceção do guarda-redes que joga no Championship e do Arnautovic que foi ganhar a reforma dourada na China e irá agora para a Série A) é composta de titulares das melhores equipas da Bundesliga, a mais competitiva do Mundo (equipas que num ano vão à Champions podem descer de divisão no ano seguinte, e vice-versa), como por exemplo Bayern München (1º), Leipzig (2º), Wolfsburg (4º), E. Frankfurt (5º), B. Leverkusen (6º).
Não me surpreendeu a réplica que deu à Itália, que com exceção de Jorginho (do Chelsea), tem uma composição equivalente de jogadores das melhores equipas do campeonato Italiano. Esta comparação é ainda mais relevante sabendo que Alemanha e Itália têm uma luta a dois pelo 3º lugar do ranking de campeonatos nacionais integrantes da UEFA.
O problema da Áustria é semelhante ao português: o seu selecionador também é uma Foda (Franco Foda, da Alemanha), e a seleção passa a maior parte do tempo preocupada com a solidez defensiva e posse de bola sem criar perigo (ou o "xadrez", como lhe chamou o Eduardo Louro) em vez de jogar à bola.
Também é por isso interessante comparar a performance da Áustria (contra a Itália) com a performance da Bélgica (contra Portugal. Segundo as estatística do GoalPoint .pt a Bélgica acabou o jogo só com 1 remate enquadrado em 6 tentados, só 43% de posse de bola, e isto a jogar com 3 centrais e um posicionamento recuado, e um total de 0,2 xG (expected Goals), ou seja em teoria nem sequer devia ter marcado qualquer golo, mas o Rui Patrício decidiu dedicar-se ao churrasco neste jogo...
Já a Áustria, com uma autêntica "mannschaft", e perante aquela que era até então uma das seleções em destaque pela positiva, conseguiu 3 remates enquadrados em 15 tentados (e não precisou de "frango" do Donnarumma para marcar), 47% de posse de bola, a jogar só com 2 centrais e um posicionamento compacto mas a meio do campo, e um total de 1,0 xG (pelo que o seu golo é a tradução prática e justa das oportunidade criadas).
Outra nota interessante é que a Itália marcou 2 golos num jogo em que criou 2,0 xG, ou seja teve a eficácia esperada para o perigo que criou, enquanto Portugal ficou a zero num jogo em que até criou 1,7 xG, ou seja teve total falta de eficácia. Talvez porque muito tentaram quando já havia mais coração que cabeça. Aqui se vê com estatísticas o que Eduardo Louro tão bem disse de outra forma: "quando querem jogar à bola já não conseguem".
Se dEUS dá nozes a quem não tem dentes, em referência a um Fernando Santos, então o que dizer do selecionador Roberto Martínez da Bélgica... que teve dois Hazards, Lukaku, De Bruyne, Tielemans, Witsel, Meunier, e ainda no banco o Carrasco e o Mertens, e consegue colocar estas estrelas todas em campo 90 minutos a fazer só 1 remate à baliza de uma equipa que tem um defesa lateral direito acabado de chegar dos sub-21?
Numa coisa o Fernando Santos tem razão, pois o futebol também é isto: um jogo de sorte ou azar. Em 2016 tivemos a sorte (campeões depois de empatar 6 dos 7 jogos nos 90 minutos), mas em 2021 tivemos Hazard... (já pareço as capas dos diários desportivos).
Foi azar no sorteio em que nos calhou o grupo da morte, o azar de nesse grupo sermos a única equipa a viajar em todas as jornadas, azar com o Cancelo, azar de uma peça chave (William Carvalho) ter perdido espaço (e ritmo competitivo) na sua equipa, azar de outra peça chave (Bruno Fernandes) ser o jogador com mais minutos nas pernas em todo o Mundo este ano (e assim tão desgastado só podia fazer um Europeu abaixo das expectativas), e o azar de ficando em 3º (quando nos últimos minutos da 3ª jornada a Alemanha estava eliminada, a Hungria em 3º, e nós em 2º) e assim sermos a equipa com menos tempo de recuperação para a fase a eliminar.
Nem de propósito, hoje a campeã do Mundo provou também deste azar: Seferovic fez o jogo da sua vida (2 golos em 3 remates), o Coman rematou à barra aos 90+4 minutos, e o Mbappé falhou o derradeiro penalty. Alguém duv
1- Black Lives Matter é um movimento inorgânico de repúdio do racismo. Começou depois de um polícia racista/fascista ter assassinado um negro. Entretanto esse polícia foi condenado a 22 anos de prisão, o que mostra toda a razão desse movimento, uma vez que esse caso foi o 1º com uma condenação exemplar, no meio de um sistema que tem N casos destes no currículo (como a enfermeira negra baleada múltiplas vezes na própria casa após os polícias se enganarem na morada...).
ResponderEliminar2- Quem se opõe ao BLM são os racistas, como por exemplo os do KKK, e os neo-nazi. Podem (e devem) fazer-se críticas aos protestantes violentos que conspurcam o BLM ao destruir e roubar, mas isso não tira razão aos protestantes pacíficos que são a claríssima maioria.
3- Não há Extrema-Esquerda nesse movimento, nem nos EUA, nem em Portugal. Aliás, nos EUA, um regime autoritário oligárquico com supressão de voto (ao qual só os menos atentos ainda chamam de democracia com falhas, e só os cegos chama de "democracia plena" ou "terra da liberdade"), os partidos comunistas (por mais que sejam moderados e respeitadores da democracia, como por exemplo o PCP em Portugal) estão proibidos. Nos EUA só são permitidos partidos capitalistas num sistema bi-partidário. Há quem diga que isto é "muito melhor" que o sistema Russo ou o Chinês. Para mim não. Para mim ou há democracia plena e para todos, ou não há democracia.
4- Extrema-Esquerda é o Estalinismo. E duvido que Estaline permitisse manifestações inorgânicas como essa e uso livre da internet para escrever a hashtag #BLM. Aliás, se houvesse Extrema-Esquerda, você não estava aqui a falar de um gesto simbólico contra o racismo, mas sim de um atentado à bomba contra o capitólio. Se não percebe a diferença entre extremismo (violência que provoca mortes) e anti-capitalismo, anti-fascismo, e anti-racismo (que provocam zero mortos), então não percebe nada.
5- Marxismo não tem nada de mal. É uma visão da economia com base na análise, infelizmente muito acertada, que o Karl (e outros) fizeram do capitalismo do século XX. Não é mais radical que por exemplo o NeoLiberalismo defendido pela Iniciativa Liberal. Mas a história tem provado que tem sido mais certeiro nas previsões que fez.
6- Pura e simplesmente não existe "racismo anti-ocidental". O ocidente não é uma minoria. O ocidental não é vítima de discriminação sistemática. Ninguém sofre o que quer que seja só por ser do ocidente.
7- Não é demonstrável, porque é mentira. A única coisa aqui demonstrada é que você é daqueles tipos alérgicos a livros e a factos...
8- A UEFA não se distanciou disto. Pelo contrário, a UEFA abraça as campanhas anti-racistas.
9- Um gesto simbólico não é uma forma de doutrinar. Já as contas de fake news e bots do Ch*ga das redes sociais onde você anda...
Se há aqui alguma coisa parecida com o nazismo, é o seu comentário completamente tresloucado e com cheiro a algo escrito por quem gosta de esticar o braço direito ou fazer o símbolo do "movimento zero"...
Nesse comentário inteiro só acertou em duas coisas: "não sei" e "liguei a TV para ver futebol".
Só faltou isto ser uma rede social qualquer, para poder colocar as bandeiras dos EUA, do Brasil, e de Israel, ao lado do seu nickname composto parcialmente pela palavra "crypto", e com um avatar nacionalista.
Mas teve azar, apareci-lhe eu aqui, que sou maior e vacinado contra doença de que a neo-escumalha padece.
A sério ? Não fez bem a sua pesquisa.
ResponderEliminarAqui vai só uma pequena ponta do iceberg:
https://nypost.com/2020/06/25/blm-co-founder-describes-herself-as-trained-marxist/
E por favor abstenha-se de comentar a minha pessoa ou mais prelecções sobre o assunto, por cada ponto que referiu posso apresentar-lhe mais uns quatro ou cinco orgãos de informação ou instutuições oficiais - e não-conspiracionistas e certamente não-racistas - que provam cabalmente que está em erro em todos os ponto que apresentou.
ResponderEliminarBoa análise.
ResponderEliminarDepois do Espanha-Croácia e do França-Suiça, ainda há alguém que defenda o modelo de jogo da seleção portuguesa? Que desperdício de jogadores.
Fernando Santos sempre foi um treinador mediano. Teve a estrelinha de ter ganho um europeu mas sempre foi notório, nos clubes por onde passou, que não passa de um treinador vulgar.
"Isto é de facto futebol". Inteiramente de acordo, Carlos. É assim que remato o meu post sobre os dois jogos de ontem. Acrescento-lhe apenas - "aquilo não".
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