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Terminou hoje o mais longo reinado da mais determinante monarquia do mundo. E o mais logo da Europa, e da História mundial, logo a seguir - mas muito próximo - ao de Luís XIV, em França, há quase quatro séculos.
Dois dias depois de ter empossado a primeira-ministra Liz Truss, décimo quinto chefe do governo do seu reinado, morreu a Rainha Isabel II, a mais carismática soberana da mais carismática monarquia. E com ela só não morre muito da História mundial do século XX porque a História não morre. Vive sempre!
Eu que não tenho qualquer fascínio por monarcas ou monarquias acho curioso que em Portugal, em pleno século XXI, ainda haja tamanha devoção pela monarquia inglesa. Desconfio até que haverá países da própria Commonwealt que não terão dedicado tantas horas de emissão televisiva á morte da rainha, como por cá, parece até que de repente nada de mais se passa de relevante no mundo.
ResponderEliminarA monarquia tem coisas fantásticas, então não é que o homem que um dia disse á sua amante que gostaria de ser o seu Tampax chegou a rei…
ResponderEliminarGod save our team, SLB, of course
ResponderEliminarA comunicação social portuguesa sempre foi muito submissa ao imperialismo britânico. Já vem do tempo do mapa cor de rosa.
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