/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/G/l/KhpnbAT8iW4VAKfdcWUw/foto11int-111-trump-a17.jpg)
Logo que se ficou a saber que Trump, depois de ter sido o 45º, seria o 47º Presidente dos Estados Unidos da América, dizia eu aqui que não era "apenas POTUS"; que era "também juiz e júri de todos os seus processos judiciais", "administrador de todas as suas falências" e que logo se veria o que mais iria ser.
Então e não é que começou logo por aí?
Trump não se limitou a fazer da fidelidade critério único da sua escolha para preencher o aparelho de Estado. Fê-lo ainda para matar qualquer potencial foco de resistência ao seu poder absoluto no seu próprio partido. E escolheu a dedo.
As escolhas até hoje conhecidas, donde sobressaía Pete Hegseth, veterano de guerra e apresentador da Fox News para a Defesa, mas também com jeito para o negócio de armas, já eram isso. A dedo!
Hoje ficou a saber-se que Matt Gaetz vai ser o Procurador Geral - ou ministro (que lá se chama secretário) de Justiça, que é a mesma coisa. Não havia melhor forma de Trump resolver todos os seus processos judiciais que entregar a pasta da Justiça a quem também tenha problema desses para resolver. E que Tulsi Gabbard, antiga democrata convertida às teorias da conspiração, e militante das fake news, vai mandar nas secretas (DNI), em todas as 18 agências de inteligência do país.
Sem comentários:
Enviar um comentário