
Não sei se toda a gente sabe quem é Celeste Caeiro, hoje falecida. Mas toda a gente sabe que o cravo vermelho é o símbolo de Abril.
Este é o da minha neta, da Emília - hoje com doze, completados há uma semana - pintado aos 6 anos. Sem a Dª Celeste, por acaso nascida poucos dias depois da minha mãe, se ter lembrado de distribuir pelos soldados, ali pelo Rossio, os cravos comprados para celebrar o primeiro aniversário do "Sir", o restaurante em que trabalhava, na Rua Braancamp, que o patrão - por causa da revolução o restaurante não iria sequer abrir - lhe mandara devolver à Ribeira, o 25 de Abril não teria sido a mesma coisa.
Sem a Dª Celeste, não teria sido a Revolução dos Cravos. Nem eu teria esta pintura da minha neta...
ao menos na nossa geraçao permanecerá viva !
ResponderEliminarMas acabo de ver um titulo sobre o obito na capa do jornal CM, e desejo que o titulo nao esteja a "revelar" mas sobre a situaçao do pais .
A senhora de Fatima lhe dê um bom lugar no CÉU.
ResponderEliminarPaz e amor
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