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O Benfica já ganhou muitas vezes no Porto, quer nas Antas quer no Dragão. Nunca, no entanto, ganhou em cima de um banho de bola colossal, como este!
Hoje o Benfica simplesmente não deu qualquer hipótese. Nem ao Porto, nem ... ao João Pinheiro. Tentaram ambos fazer pela vida, mas não tiveram hipótese.
Mais cedo não podia João Pinheiro começar. Foi logo no início, a anular o golo de Pavlidis, por um fora de jogo que mais ninguém viu. Teve de "engolir o apito".
O Porto também não esperou para reagir, e atirou-se logo à bola, e às canelas dos adversários, como se não houvesse amanhã. A agressividade foi depressa engolida pelo souplesse, e pela arte da tropa.
O golo do Benfica no minuto inicial, no pontapé de saída, importou. Claro. Um golo a abrir o jogo é como o tamanho. Importa sempre!
A equipa deu a bola ao Porto, e depois esperou em família, com a tropa recuada. Evidentemente que esta estratégia não foi desenhada em cima do golo no primeiro minuto. Era a estratégia para o jogo, trabalhada a partir de quarta-feira, depois de despachado o assunto Farense: entregar a bola ao Porto, deixar que fizesse com ela o que bem entendesse, no seu meio campo, e em vez de correr atrás dela, e dos adversários, esperar que fossem eles a entregar-lha quando já não soubessem mais o que fazer com ela. A partir daí, com a bola nos pés, procurar a profundidade para chegar depressa, e bem, à baliza de Diogo Costa.
Foi assim, com esta ideia de jogo, que na primeira parte o Benfica cilindrou o Porto. Com menos de 40% de posse bola o Benfica marcou os dois golos soberbos Pavlidis, no início e quase no fim e, num total de 8 remates, rematou três vezes à baliza, e outras tantas ao poste. O Porto, com mais de 60% de posse de bola, efectuou cinco remates, e nenhum à baliza.
Foi assim, com a defesa unida em família, com Florentino sempre pronto para interceptar a bola, Kokçu mestre a distribuí-la, ora curtinho, ali ao lado, ora a romper vinte ou trinta metros para Akturkoglu, Pavlidis e Di Maria espalharem o pânico numa defesa portista que cada vez que era atacada tremia como varas verdes.
Para que o banho de bola fosse ainda mais empolgante, o Benfica mudou de reportório para a segunda parte. Fez praticamente o contrário, e decidiu que, já que o Porto tinha feito tão pouco com a bola, não merecia tê-la. O Benfica foi então dono da bola e dono do jogo, não permitindo que nada sobrasse para o Porto.
Criou claríssimas oportunidades de golo sucessivas, umas atrás das outras. Di Maria ainda deve estar a ver se percebe como, aos 52 minutos, num cruzamento de excelência de Carreras, o seu remate foi parar ao lado de fora das redes . Cinco ou seis minutos depois, foi o instinto de Diogo Costa a negar o golo a Akturkoglu, a passe de Di Maria. No minuto seguinte, mais uma defesa soberba do guarda-redes do Porto, a negar o golo a Otamendi. Ao minuto 69 era finalmente quebrado o enguiço, com Pavlidis a assinar o hat-trick, respondendo com um excelente desvio de cabeça a um extraordinário cruzamento de Di Maria. Dez minutos depois foi Schjelderup, que entretanto havia entrado, com Belotti, por troca com Di Maria e Pavlidis, a enviar a bola a rasar o poste da baliza de Diogo Costa, batido ... e desesperado.
Não marcou Schjelderup, na resposta marcou o Porto. Trubin defendeu o remate de Fábio Vieira, mas depois deixou fugir por entre as pernas a recarga de Samu.
O marcador, aberto no primeiro minuto, seria fechado por Otamendi, no último. Não é comum, mas quando o vendaval de futebol toma as proporções desta noite no Dragão, com tantas oportunidades de golo construídas, é normal que os golos surjam até nos momentos menos comuns.
Ficou ainda assim curto. Repetiu a goleada da primeira volta, na Luz. Mas foi mais curto. Se aos quatro golos somarmos as três bolas nos ferros, e as quatro oportunidades claríssimas atrás referidas, ficamos com a dimensão do escândalo que esteve à vista no placard do Dragão.
Na trilogia de Bruno Lage, a equipa está fortíssima. A família é feliz. E a tropa está na frente. Pode ser apenas por 24 horas. Mas, como há muito que isso não acontecia, é notícia.
O Porto que chame o Anselmo .........
ResponderEliminarO Benfica já levou mais do que uma vez 5-0.
ResponderEliminarO Villas Boas tem aquilo que merece ( é justa a vitória do slb ) mas o VB merecia isto por ser tão parvo e ter saneado o Sérgio agora aguente-se,
ResponderEliminarAs estatísticas dizem que o fcp teve 61% de posse de bola e o slb 39%.
ResponderEliminarNa peida é um descanso.
Muitos esquecem-se que o Benfica já levou mais do que uma vez 5-0. Tudo normal. Aliás considera-se isso goleada planetária.
ResponderEliminarÓ Silva, a azia é uma chatisse.
ResponderEliminarO Silva, e consolo?
ResponderEliminarO fc-penalty já levou 5 e 6 a ZERO do Benfica, já levou 9-1 do Sporting e já levou 12-2 do Benfica!!! E não foi em jogos de brincadeira, foi em jogos do Campeonato Nacional e Taça de Portugal.
ResponderEliminarCalado és um poeta. Contra o Benfica todos os clubes fazem o jogo da sua vida. Então no caso do fc-penalty isso se multiplica por 10000 !!!!
Benfica Benfica Benfica, Sempreeeeeeeee
Outra vez, oh Silva?!?! O Benfica já vos goleou até por 12-2 e o Sporting também já vos goleou por 9-1 e amabas as goleadas forma em jogos do Campeonato Nacional!!!
ResponderEliminarMais, vós, clube banal que "crescestes" à custa do Apito Dourado/AZULADO já fostes eliminados das competições europeias por um clubeco da QUARTA DIVISÃO INGLESA, O WREXAM clubezinho "colossal" do País de Gales que à época jogava na QUARTA DIVISÃO INGLESA!!!!
Tem vergonha, cara, e acorda para a ralidade.
Benfica, Glorioso e Inigualável..... ^Sempreeeeeeeeeee