Falhado o Prémio Nobel da Paz, afagam-lhe o ego não com um, mas com dois "Prémios Paz".
Primeiro, no início do mês, foi Infantino, um exemplo mundial de ética, a entregar a Trump o “Prémio da Paz" da FIFA. Depois, mesmo em cima da hora de fecho do ano, foi Netanyahu, esse expoente máximo do paz e da concórdia, a entregar-lhe mais um, outro “Prémio da Paz". Em casa, em Mar-a-Lago, este a mais alta honra civil de Israel.
Realmente o prémio deveria de ter sido entregue aos terroristas do hamas e aos portugueses que participaram na flotilha para ajudar os terroristas.
ResponderEliminarhttps://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/mohammad-hannoun-detido-por-financiamento-ao-hamas-deu-apoio-a-flotilha-onde-viajaram-portugueses
Merecem uma estatua feita de escombros, enquanto fazem jogos de paz com cartas viciadas vão programando negócios rendosos de armas à pazada.
ResponderEliminar"negócios rendosos de armas" ... e de petróleo. Sempre o petroil!
ResponderEliminarBom ano, Marques Aarão.