O governo que amanhã vai debater o Estado da Nação está mais fragilizado que nunca, estando mais uma crise política á distância da ... saturação de eleições.
Ás velhas questões somaram-se novas. As viagens de Montenegro à América, para os jogos de futebol, enquanto o pais ardia, e os exames rebentavam nas mãos do ministro da educação, que só não foram mais porque a selecção nacional não foi competente, e regressou cedo a casa. O seu seguidismo a Cristiano Ronaldo, assegurando a sua continuidade na selecção, como se fosse treinador ou membro do corpo técnico. A sua colagem à equipa nacional, e em particular às "flash interviews" da propaganda. O papel de Sebastião Bugalho, uma espécie de "roteveiller" do governo, que esquece que é deputado europeu. E, como se tudo isto não bastasse, a desgraça em que caíram os dois mais populares e competentes ministros do governo.
Fernando Alexandre, o ministro que desde o início do governo mantinha a auréola de competência, perdido na teia de improvisos e experimentalismos da digitalização dos exames. Luís Neves, o Ministro da Administração Interna em que finalmente o governo acertara, com imagem de competente e assertivo, nas teias do escrutínio. E da transparência!
Num ápice, de elos mais fortes, a mais fracos!
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