quinta-feira, 14 de maio de 2020

Mútuo acordo, prazo e indemnização

Mário Centeno fica a prazo no Governo


 


Mantendo o registo na metáfora do futebol pode dizer-se que António Costa e Mário Centeno acordaram as condições da rescisão e, como sucede quando os presidentes reafirmam a confiança nos treinadores, Centeno foi ontem despedido. A prazo. Sim, não há só contratos a prazo, também há despedimentos a prazo.


Não sendo naturalmente conhecidas as condições de rescisão acordadas, há no entanto uma certeza. É que o orçamento suplementar, e o fim de dois mandatos - os do governador do Banco de Portugal e do presidente do eurogrupo - têm encontro marcado na mesma estação do calendário, algures ali por volta de Junho -Julho. 


E esta certeza dá como certo o prazo. Com o comunicado divulgado, esta certeza dá como certa a indemnização: o lugar de Carlos Costa no Banco de Portugal. Que não é menos que absolutamente lamentável!

4 comentários:

  1. "esta certeza dá como certa a indemnização: o lugar de Carlos Costa no Banco de Portugal. Que não é menos que absolutamente lamentável!"
    O que é lamentável, a certeza certa ou o lugar de Carlos Costa? :)

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  2. Esses personagens Costa e Centeno, debaixo da capa de Marcelo andam a bricar com o fogo.
    Lavem as mão com sabão macaco, que o gel alcoolico pode atear os capotes.

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  3. -Ó Mário eu tinha que dizer qualquer coisa…
    -Está bem, mas não te estiques!

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