
Mantendo o registo na metáfora do futebol pode dizer-se que António Costa e Mário Centeno acordaram as condições da rescisão e, como sucede quando os presidentes reafirmam a confiança nos treinadores, Centeno foi ontem despedido. A prazo. Sim, não há só contratos a prazo, também há despedimentos a prazo.
Não sendo naturalmente conhecidas as condições de rescisão acordadas, há no entanto uma certeza. É que o orçamento suplementar, e o fim de dois mandatos - os do governador do Banco de Portugal e do presidente do eurogrupo - têm encontro marcado na mesma estação do calendário, algures ali por volta de Junho -Julho.
E esta certeza dá como certo o prazo. Com o comunicado divulgado, esta certeza dá como certa a indemnização: o lugar de Carlos Costa no Banco de Portugal. Que não é menos que absolutamente lamentável!
"esta certeza dá como certa a indemnização: o lugar de Carlos Costa no Banco de Portugal. Que não é menos que absolutamente lamentável!"
ResponderEliminarO que é lamentável, a certeza certa ou o lugar de Carlos Costa? :)
A indemnização!
ResponderEliminarEsses personagens Costa e Centeno, debaixo da capa de Marcelo andam a bricar com o fogo.
ResponderEliminarLavem as mão com sabão macaco, que o gel alcoolico pode atear os capotes.
-Ó Mário eu tinha que dizer qualquer coisa…
ResponderEliminar-Está bem, mas não te estiques!