Menos de 24 horas depois de conhecidos os resultados das eleições no Brasil, Flávio Bolsonaro fugiu do país. Para os Estados Unidos, onde Trump o esperava, com o estatuto de refugiado.
Flávio Bolsonaro é um criminoso. Como o pai, condenado a 27 anos de prisão, e como irmão, Eduardo, fugido à Justiça, também nos Estados Unidos. E via na possibilidade de se tornar Presidente da República do Brasil a possibilidade de resgatar a família. Abrir as portas da prisão, ao pai. E fechá-las, para si e para o irmão.
Flávio Bolsonaro não participou nas eleições para ser Presidente da República. Não se envolveu no processo eleitoral pelo Brasil. Menos ainda pelo povo brasileiro. Foi única e exclusivamente para salvar a pele. A dele e a da família.
Logo que viu que não o conseguiu pôs-se a milhas, deixando à mostra a amálgama de crimes de que se fez a família Bolsonaro.
Já na América, foi a vez, uma vez mais, de imitar Trump. Há quase cinco anos tinha sido o pai, Jair, a imitá-lo, invadindo o Congresso. Hoje foi a vez dele próprio, declarando fraude eleitoral.
Nada de novo. Portanto.

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