Os democratas venceram em toda a linha as midterms americanas. Os americanos votaram inequivocamente contra Trump!
Votaram conta um presidente que lhes prometera acabar com guerras, mas que todos os dias lhes abre mais. Contra um presidente que lhe prometeu grandeza e glória, mas que os enfia cada vez mais na pobreza e na vergonha. Contra um presidente que prometeu bolsos cheios, mas lhes entrega bolsos vazios.
Foi uma derrota avassaladora de Trump, que a assumiu à sua maneira: não foi ele que foi a eleições!
Se fosse ele não perderia. Simplesmente porque teria havido fraude, como obviamente diria. A partir de agora Trump será Trump, porque não sabe ser de outra maneira. Mas, sem o controlo das duas câmaras, o Senado e a Câmara dos Representantes, e sem a grande maioria dos governadores, outro galo cantará.
Até a possibilidade do impeachment ganha forma!
A dimensão da derrota de Tump é notável ainda nos governos estaduais. Amy Acton é a primeira mulher eleita governadora do Ohio. Keisha Lance Bottoms a primeira mulher negra a governar a Geórgia. Deb Haaland, a primeira mulher indígena à frente do Novo México. E Gina Hinojosa a primeira governadora latina do Texas.

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